domingo, 26 de março de 2017

Olha o salário dos deputados...

Enquanto querem tirar nossos direitos e fazer com que trabalhemos cada vez mais para poder se aposentar, olha o salário deles:









É fácil mexer com a vida do próximo quando dentro de casa já ta tudo organizado na maior mordomia.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Nota sobre a paralizacao nacional contra a reforma da previdencia.

O sindicato do servidor público municipal de Brasnorte vem por meio deste comunicar a todos os servidores que a paralisação para o dia 15 de Marco sobre a reforma da Previdência não será feita da maneira habitual. O sindicato juntamente com a sua diretoria entendeu que será melhor  uma divulgação em rádio e com faixas, bem como ser feito uma carta aberta entregue em todas as instituições municipais, para que a população Brasnortense entenda que o Manifesto não sera feito apenas com passeata por servidores públicos. O objetivo sera elucidar que essa cobrança sobre a reforma da Previdência não é apenas para o servidor público e sim para para todos os brasileiros, pois afeta a todos. Por esse motivo não será feita a mobilização com passeata dia 15. Assim o sindicato agradece a compreensão de todos.

Entrevista na Band FM hoje ao 12:00 com o presidente do sindicato dos servidores municipais Brasnorte sobre a reforma dá previdência social (INSS) PEC 287/2016.

sábado, 11 de março de 2017

NO DIA 15 DE MARÇO VAMOS DIZER NÃO AO 

RETROCESSO SOCIAL NO BRASIL

A PÚBLICA – Central do Servidor, divulgou comunicado, 
nesta quarta-feira (08/03), 
orientando as entidades apoiadoras/filiadas, em todo o 
território nacional, a aderirem
 às manifestações previstas para o dia 15 de março, 
contra a Reforma da Previdên-
cia – PEC 287/2016, que altera as regras da Seguridade 
Social no Brasil.

“A PÚBLICA – Central do Servidor considera que a tramitação da Reforma da Previdência está sendo conduzida de forma truculenta pelo governo federal, sem espaço para diálogo e para a busca de alternativas ao modelo proposto, a exemplo de garantias à correta destinação das contribuições previdenciárias, o combate aos desvios, às fraudes e à sonegação, a recuperação da dívida ativa, o fim das renúncias fiscais e de outras medidas que retiram recursos da Seguridade Social”, destaca o comunicado.
O Sinasempu concorda com a central sindical criada para defender os interesses dos servidores públicos. Também apoia a iniciativa e irá, junto aos seus filiados, intensificar a luta contra essa injusta reforma. Vamos dizer não ao retrocesso social no Brasil!


FONTE: http://web.sinasempu.org.br/index.php/noticias/todas-as-noticias/item/2956-no-dia-15-de-marco-vamos-dizer-nao-ao-retrocesso-social-no-brasil

Marun se irrita e expulsa diretor de sindicado de reunião sobre previdência

O deputado ficou irritado após o presidente questionar 'como Marun dormia a noite'

Foto: André de Abreu
Um 'bate boca' marcou o encontro do deputado federal peemedebista Carlos Marun, com representantes de sindicatos na sede do PMDB, na manhã desta sexta-feira (3), em Campo Grande.  O parlamentar ficou irritado quando o diretor de Politicas Sociais do SINTSS/MS, Eder de Lima pediu para fazer uma pergunta ao deputado, alegando que não conseguia olhar para os olhos de Marun e voltaria sua visão para seus colegas.
"Vou olhar para meus colegas porque não consigo olhar para o senhor, como é que o senhor consegue dormir a noite?", questionou o diretor a se posicionar contra a reforma da presidência.
De imediato, Marun mandou o presidente deixar a sede do partido. "Ou você sai, ou eu saio, porque não  é para esse nível de debate que vim aqui, quem quiser debater parte técnica estou aqui, mas não estou aqui para demagogia. Se for para ser assim, eu não discuto mais com vocês".
Eder preferiu deixar o local. "Eu saio mesmo, prefiro sair do que ficar escutando você".
O deputado disse que pretende discutir a reforma com os representantes sem ideologia, já que é relator da reforma. Durante o encontro, os sindicatos apresentaram um documento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, rebatendo as informações prestadas pelo governo, destacando que a reforma afeta diretamente 1 milhão de pessoas e outras 675 mil serão afetadas no futuro.
 Conforme o documento, não existe rombo na previdência, pois o ganho médio de uma família é de renda percapita de R$ 700. Marun disse que o objetivo é retirar os privilégios dos servidores e foi rebatido pelo presidente do Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul), Jean Carlos Miranda. "Os servidores não são privilegiados, é a categoria que mais contribui com a previdência, inclusive depois que se aposentam. A reforma  vai atingir de forma séria a carreira dos policias civis e militares".

fonte: http://m.topmidianews.com.br/politica/marun-se-irrita-e-expulsa-presidente-de-sindicado-de-reuniao/65049/
*RECEITA TEMER para aprovar a PEC 287*
1) Distribuir R$ 7,3 BILHÕES em Emendas Individuais não pagas desde 2007, empenhando tais Emendas Individuais Parlamentares em DEZ2016 para possibilitar o pagamento delas, a conta gotas, ao longo de 2017, depois de uma "conversa" do Deputado ou Senador, interassado, com o Ministro Chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, mediante a FIDELIDADE do Parlamentar ao Governo Temer;
2) Somente dar novos cargos públicos em comissão e somente manter os cargos em comissão já concedidos a um dado Deputado ou Senador, mediante sua FIDELIDADE ao Governo Temer.
*RECEITA DO MOVIMENTO SINDICAL para barrar a PEC 287*
Lembrar aos Parlamentares Federais que em 2018 todos os Deputados Federais e 2/3 dos Senadores, precisarão de algo que o Governo Temer não tem para lhes dar: VOTO.
*Deputado que votar com o Temer para aprovar a PEC 287 em 2017, não será votado pelo POVO em 2018.*

 FAREMOS CAMPANHA CONTRA CADA TRAIDOR DO POVO!



quinta-feira, 2 de março de 2017

Seria cômico, se não fosse trágico...




Apoiem este luta

Servidores vamos apoiar este luta, esta reforma na previdência que o governo esta tentando aprovar
impacta diretamente na vida do servidor público.

Edna Lopes Cobap e Paim sacramentam abertura da CPI da Previdência 
Publicado em 23 de fev de 2017 em Anasps Congresso 
O que poucos acreditavam aconteceu. A Cobap, juntamente com o senador Paulo Paim (PT-RS), acaba de dar um duro golpe no Governo Federal, conseguindo o número necessário de assinaturas para instaurar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a real situação financeira da Previdência Social.
Esse fato é inédito. Pela primeira vez em 92 anos de existência, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) sofrerá uma severa investigação. Serão apurados desvios de verbas, fraudes, sonegações e todos os tipos de irregularidades.
A ideia de criar uma CPI na Previdência Pública partiu do presidente da COBAP, Warley Martins, que buscou o apoio do senador Paim para oficializar um complicado processo investigativo, que será histórico. “Vamos provar de uma vez por todas que não existe déficit na Previdência. Não tem rombo, tem roubo. Muita gente vai parar na cadeia. Será pior que a operação lava-jato”, disse Warley.
Para a abertura desta CPI eram necessários que dois terços dos 81 senadores assinassem o pedido (ou seja, 27 membros). Graças ao trabalho e pressão da COBAP nas ruas e ao prestígio de Paulo Paim, até agora 29 parlamentares assinaram o documento, garantindo a instauração da investigação nos cofres do INSS durante as últimas décadas. Espera-se que outros senadores assinem, para que a CPI ganhe mais força e maior representatividade política.
O Senado terá até 120 dias para concluir a investigação na contabilidade do setor. Essa façanha pode “engessar” a maldita reforma da Previdência e também impedir sua aprovação no Congresso Nacional.
Fonte: Assessoria de Imprensa Cobap 

Acessem:
https://secure.avaaz.org/po/petition/Senadores_Apoiem_a_criacao_de_uma_CPI_para_examinar_as_contas_da_Previdencia/?cNpWJlb

https://www.frenteparlamentardaprevidencia.org/
http://www.anasps.org.br/cobap-e-paim-sacramentam-abertura-da-cpi-da-previdencia/
Central sindical denuncia secretário da Previdência por conflito de interesse
Marcelo Caetano é membro do Conselho da Brasilprev, empresa de previdência privada
 
POR O GLOBO 23/02/2017 20:19

A central sindical Pública, que representa servidores públicos, apresentou nesta sexta-feira uma denúncia contra o secretário da Previdência, Marcelo Caetano, à Comissão de Ética da Presidência da República, por conflito de interesse. A entidade critica o fato de que o economista, no cargo desde o início do governo de Michel Temer, é também membro do Conselho de Administração da Brasilprev, empresa de previdência privada ligada ao BB Seguridade.

Segundo a denúncia, a permanência de Caetano na pasta viola o Código de Conduta da Alta Administração Pública, o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal e a Lei 12.813/2013. “Não há como separar a pessoa do administrador público da pessoa do integrante de empresa privada, que inclusive pode ser beneficiar dos lucros auferidos. Difícil defender integral imparcialidade do desempenho dos 2 (dois) papéis”, sustenta a denúncia.

A Pública afirmou que, caso a Comissão de Ética da Presidência não se pronuncie sobre o assunto, pretende levar o assunto a outras instâncias, como o Ministério Público.

Marcelo Caetano é um dos oito integrantes do Conselho de Administração da Brasilprev. O grupo se reúne trimestralmente e seus membros têm mandato de três anos.

Procurado, o Ministério da Fazenda não se pronunciou sobre a denúncia.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/central-sindical-denuncia-secretario-da-previdencia-por-conflito-de-interesse-20973050#ixzz4aCFmGtQd










segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Interesse Público

A cada dia temos que nos fortalecer diante do quadro político em que nosso país esta imerso.
Os servidores públicos e toda a população devem estar unidos mais do que nunca para combatermos
todas as tentativas de retirada de direitos que conseguimos ao longo da história. Não apenas em nível federal, mas estadual e municipal. A política se faz nos três níveis de governo e nos três poderes da sociedade. 

Municípios do interior do Estado em situação crítica destinam verba para o Carnaval : http://observatoriopublica.com.br/?p=1913
Servidores da Prefeitura de Palmas cobram pagamento de data base e progressões : http://observatoriopublica.com.br/?p=1872
Por salários atrasados, servidores ocupam Câmara de Uberlândia : http://observatoriopublica.com.br/?p=1835

Eles estão se lixando

Assine a petição online para exigir que os senadores apoiem a criação da CPI da Previdência.*https://secure.avaaz.org/po/petition/Senadores_Apoiem_a_criacao_de_uma_CPI_para_examinar_as_contas_da_Previdencia/?cNpWJlb



Governo quer aumentar faixa de isenção do Imposto de Renda ainda em 2017 
Atualmente, contribuintes que recebem até R$ 1.903,98 não precisam pagar 
este imposto.


POR PAULA ZOGBI  16 fev, 2017 10h15


SÃO PAULO – Com popularidade baixa, o governo Temer pretende aumentar a faixa de renda isenta 
de Imposto de Renda (IRPF) ainda em 2017, de acordo com fontes do Estadão. Atualmente, contribu-
intes que recebem até R$ 1.903,98 não precisam pagar este imposto.

De acordo com a reportagem, chegou a haver a sugestão de subir esse valor para R$ 8 mil, algo que
 o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, negou.

Como as declarações ainda não começaram – o programa gerador estará disponível no dia 23 e o iní-
cio da recepção é apenas em 2 de março –, a faixa maior de isenção ainda pode ser aplicada à decla-
ração referente a 2016.  

Ainda segundo o Estado, a Receita também estuda criar uma nova faixa do IR para contribuintes que
 têm renda acima de R$ 20 mil mensais. Essas pessoas poderiam pagar entre 30% e 35% de imposto
 de renda.


Fonte: http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/impostos/noticia/6141275/governo-quer-aument
ar-faixa-isencao-imposto-renda-ainda-2017-diz


Temer vai enviar ao Congresso projeto de lei sobre direito à greve

Eduardo Barretto,Simone Iglesias - O Globo


BRASÍLIA - O presidente Michel Temer anunciou que o governo federal vai enviar um projeto de lei ao Congresso que regulamente o direito à greve. Em declaração à imprensa neste segunda-feira, Temer falou na crise do Espírito Santo, que está com policiais militares em greves há dez dias e já tem mais de 140 mortos, como se ela já estivesse encerrada. Neste domingo, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, declarou que a crise estava "superada".
— O Supremo Tribunal Federal, em vários momentos, já se manifestou sobre essa matéria (direito à greve), em face, precisamente, da omissão, da não realização, da não aprovação de um projeto disciplinador do texto constitucional — disse Temer, enfatizando que o anúncio não tem "nada a ver" com a crise capixaba.
Michel Temer chegou a dizer que a crise "acontece", mas se corrigiu e colocou o verbo no passado: "aconteceu". A Polícia Militar ainda está em greve no Espírito Santo e mais de 140 pessoas foram mortas em dez dias. O governo federal enviou 3.130 militares para o estado.
— Ressalto que isso não tem nada a ver com o que acontece, aconteceu, no Espírito Santo — disse Temer, chamando de "insurgência" o movimento grevista da polícia, que é vedado pela Constituição Federal. O presidente voltou a garantir que a União está pronta para enviar reforço militar para estados que estiverm com problemas na segurança pública. Neste domingo, segundo a Polícia Militar fluminense, havia manifestações em frente a 27 batalhões no Rio.
Também neste domingo, após reunião com Temer e ministros, o chefe da Defesa, Raul Jungmann, disse que a crise de segurança no Espírito Santo estava "superada", depois de mais de 140 mortos em nove dias. No entanto, a greve da Polícia Militar continua.
— Hoje (ontem), domingo, 100% daqueles que normalmente vão à praia, lá estão. A vida volta à normalidade na Grande Vitória - declarou Jungmann, que disse que o governo federal será "inflexível" com novos movimentos grevistas em segurança pública nos estados. 3.130 militares estão no Espírito Santo.
O presidente Michel Temer demorou uma semana para se pronunciar sobre a crise capixaba, que matou mais de 140 pessoas. Em nota na última sexta-feira, chamou de "inaceitável" a paralisação de policiais, e disse que enviará militares a estados "sempre que necessário". Temer afirmou que a população não pode ficar "refém" de reivindicações.
A crise na segurança começou em janeiro, com matança em presídios. Temer ficou quatro dias em silêncio completo após o massacre no presídio de Manaus, o primeiro deles, que deixou 56 presos barbaramente assassinados. Quando se pronunciou, chamou a matança de "acidente".

Fonte: http://extra.globo.com/noticias/brasil/temer-vai-enviar-ao-congresso-projeto-de-lei-sobre-direito-greve-20917535.html