No contínuo compromisso com a classe do servidor público, o sindicato dos servidores públicos municipais, representados pelo presidente Daniel Ferreira Junior e a diretoria se reuniu com executivo e legislativo na tarde do dia 27 de Junho, terça-feira, para cobrar o porquê da negativa da prefeitura em transparecer através de ato oficial sobre as contas públicas, a folha do pagamento do servidor público, e a criação de projetos que retiram os direitos dos servidores. Em resposta, o prefeito afirmou que as contas públicas estão no vermelho e que a folha de pagamento já alcança um patamar de 73% do limite prudencial e que para isso mudar de cenário irá cortar benefícios do servidor público, além de mexer em estruturas da máquina pública como a extinção de secretarias. Afirmações estas que não haviam sido feitas até então por ofício ou outro ato oficial para o sindicato. O Srº Presidente Daniel, afirmou que precisava de respostas claras sobre essas questões, pois toda a classe do servidor é prejudicada e ele como representante da classe precisa dar um parecer claro aos servidores quanto as atitudes do sindicato perante a retirada de direitos. Daniel ainda afirmou que antes dos cortes dos benefícios o prefeito deve seguir de forma correta a Lei de Responsabilidade Fiscal Lei nº 101, 4 de maio de 2000, que dita quais são os passos que o executivo deve seguir para reduzir os gastos públicos. O legislativo na figura de seu presidente Srº Roberto Preto ponderou a necessidade do diálogo que o prefeito deve ter com o sindicato e com o servidor público para que se possa chegar a um consenso sobre o que se deve fazer. O prefeito junto com a assessoria de seus secretários prometeu responder o sindicato em 24 horas por ofício dando transparência das contas públicos e sobre os seus atos para tentar consertar as contas. Atitude esta que não havia sido feita ainda neste ano, enrolando por mais de 5 meses os questionamentos do sindicato.
Centrais sindicais organizam greve geral (ou paralisação nacional) para a próxima sexta-feira, dia 28. Eles dizem que pode ser a maior mobilização de trabalhadores e de diversos setores da sociedade dos últimos 30 anos no Brasil. O protesto contra as reformas da Previdência e trabalhista e a Lei da Terceirização está sendo convocado por oito centrais sindicais que, juntas, representam mais de 10 milhões de trabalhadores.
Segundo sindicalistas, a última grande paralisação envolvendo diversas categorias ocorreu em 1986, durante o governo Sarney, contra o Plano Cruzado. "Esperamos que seja a maior mobilização já ocorrida até agora", diz João Carlos Gonçalves, secretário-geral da Força Sindical. "Estamos orientando as pessoas a não saírem de casa, a não irem ao supermercado, aos bancos etc".
Grandes categorias de várias capitais aprovaram a paralisação em assembleias, entre as quais metroviários, motoristas de transporte público, motoboys, bancários, metalúrgicos, professores de escolas públicas e privadas, petroleiros, funcionários dos Correios, da construção, do comércio e da saúde.
"O momento é muito grave, principalmente depois da aprovação da urgência para a votação da reforma trabalhista sem que haja uma discussão mais profunda sobre o tema", afirma Ricardo Patah, presidente da UGT. "Nem na ditadura foram tomadas decisões tão graves como agora."
Boletim assinado pela CUT, UGT, CTB, Força Sindical, CSB, NCST, Conlutas e CGTB, com tiragem de 2 milhões de exemplares, está sendo distribuído em cidades do Estado de São Paulo com críticas às reformas e convocando a greve.
Em Belo Horizonte, a paralisação deve atingir cerca de 500 mil servidores públicos, além de bancários e outras categorias, preveem os sindicatos locais. Segundo a coordenadora-geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais, Beatriz Cerqueira, as reformas ferem "de morte" direitos fundamentais da classe trabalhadora.
O diretor da CUT em Alagoas, Izac Cavalcante, diz que a central espera mobilizar pelo menos 100 mil trabalhadores no Estado. Segundo ele, 75 mil servidores públicos estaduais e cerca de 3 mil bancários deverão cruzar os braços. O protesto também terá a participação de parte do funcionalismo público federal e dos trabalhadores das empresas de transporte público de Maceió
Segundo sindicalistas, a última grande paralisação envolvendo diversas categorias ocorreu em 1986, durante o governo Sarney, contra o Plano Cruzado. "Esperamos que seja a maior mobilização já ocorrida até agora", diz João Carlos Gonçalves, secretário-geral da Força Sindical. "Estamos orientando as pessoas a não saírem de casa, a não irem ao supermercado, aos bancos etc".
Grandes categorias de várias capitais aprovaram a paralisação em assembleias, entre as quais metroviários, motoristas de transporte público, motoboys, bancários, metalúrgicos, professores de escolas públicas e privadas, petroleiros, funcionários dos Correios, da construção, do comércio e da saúde.
"O momento é muito grave, principalmente depois da aprovação da urgência para a votação da reforma trabalhista sem que haja uma discussão mais profunda sobre o tema", afirma Ricardo Patah, presidente da UGT. "Nem na ditadura foram tomadas decisões tão graves como agora."
Boletim assinado pela CUT, UGT, CTB, Força Sindical, CSB, NCST, Conlutas e CGTB, com tiragem de 2 milhões de exemplares, está sendo distribuído em cidades do Estado de São Paulo com críticas às reformas e convocando a greve.
Em Belo Horizonte, a paralisação deve atingir cerca de 500 mil servidores públicos, além de bancários e outras categorias, preveem os sindicatos locais. Segundo a coordenadora-geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais, Beatriz Cerqueira, as reformas ferem "de morte" direitos fundamentais da classe trabalhadora.
O diretor da CUT em Alagoas, Izac Cavalcante, diz que a central espera mobilizar pelo menos 100 mil trabalhadores no Estado. Segundo ele, 75 mil servidores públicos estaduais e cerca de 3 mil bancários deverão cruzar os braços. O protesto também terá a participação de parte do funcionalismo público federal e dos trabalhadores das empresas de transporte público de Maceió
Fonte: http://hojeemdia.com.br/primeiro-plano/economia/centrais-sindicais-preparam-greve-geral-para-o-dia-28-de-abril-1.459789



















































